SUSTENTABILIDADE: constatação de uma prática, ainda, abissal em ambiente rural.

04-09-2007
    Maria Betânia Moreira Amador
    

 

    INTRODUÇÃO: A participação como palestrante no III Fórum Ambiental de Alta Paulista constitui-se numa experiência gratificante, pela importância e dimensão que esse evento vem conseguindo em abrangência nacional. Também é uma tarefa de muita responsabilidade, tendo-se em conta a representação institucional que se impõe.
     Quanto ao tema, embora se apresente um título que dá a idéia de generalidade para o participante e ou leitor, refere-se na verdade, ao espectro de pesquisa em curso de doutorado da palestrante, a qual tem como foco a atividade pecuária de leite.
    
     SUSTENTABILIDADE: Não se pretende historiar o conceito de sustentabilidade ou de desenvolvimento sustentável, muitos já o fizeram com bastante propriedade. O que se quer, e tem tudo a ver com o conceito de sustentabilidade, é evidenciar e comentar a prática diária da atividade pecuária nas propriedades rurais da área de estudo nos municípios de Venturosa e Pedra no agreste pernambucano, observada durante a pesquisa de campo realizada, intercaladamente, ao longo dos últimos três anos para o desenvolvimento da tese em curso no doutorado em Geografia sobre a contribuição da visão sistêmica na análise do espaço pecuário nos dois municípios referidos anteriormente.
     Tomar-se-á o conceito contido em documento elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, como referencial para incorporar à discussão que se quer empreender sobre desenvolvimento sustentável, no qual está, acredita-se, o fundamento desse conceito que vem sendo aplicado através de variadas concepções no âmbito da ciência e de técnicas promotoras de desenvolvimento em várias escalas e esferas, entre elas aquela que respalda a atividade rural, seja ela de subsistência ou não.
     No referido documento tem-se que o desenvolvimento sustentável deve satisfazer as necessidades e as aspirações humanas prioritariamente sem, no entanto, perder de vista a melhoria de sua qualidade de vida. O atendimento de necessidades básicas como alimento, vestuário e emprego são alguns exemplos de necessidades existentes em uma sociedade, mas que devem ser compatíveis com um padrão geral de consumo frente à sustentabilidade ecológica, ou seja, o desenvolvimento está associado ao crescimento mas este não deve ultrapassar as possibilidades inerentes aos diversos sistemas que compõem um ecossistema
     Enfatizando um pouco mais o conceito de sustentabilidade, é importante que se tenha uma noção clara do seu sentido semântico que indica suster, suportar, conservar em bom estado, manter, resistir. Sustentável, portanto, pode ser entendido como tudo que é positivo e que seja capaz de ser suportado e mantido ao longo do tempo.
     Em termos de ambiente rural, uma forma de constatação empírica do sistema em estudo é através da observação de algumas características, as quais podem ser apreendidas através dos resultados de um formulário, como:
    
     adaptabilidade ou flexibilidade do sistema em encontrar novos níveis de equilíbrio;
     diversidade ou complexidade entre as relações, o que estabelece a estabilidade ou instabilidade do sistema;
     eqüidade ou capacidade do sistema ( sócio-político) grifo meu distribuir, de forma justa, os benefícios gerados, oportunizando padrões minímos de qualidade de vida;
     resiliência ou capacidade do sistema retornar ao estado de equilíbrio ou manter o potencial produtivo depois de sofrer algum tipo de perturbação grave;
     manutenção ou durabilidade, que se refere a capacidade de conservação do sistema ao longo do tempo;
    
     Essas características, em geral, apresentam inter-relações e, sob o ponto de vista do desenvolvimento rural e da sustentabilidade devem ser vistas sob a ótica da integração entre as dimensões social, econômica, ambiental e cultural.
     A dimensão social se expressa pela complexa teia de relações sociais que se estabelecem a partir da base de recursos proporcionada pelo ambiente tais como relações de emprego, mercados, transferência de conhecimento entre outras, afetando diretamente o sistema de produção e, por conseguinte o próprio ambiente.
     A dimensão econômica, apesar dos avanços da economia ecológica, ainda se pauta nas avaliações da capacidade produtiva, manutenção de fluxos de produtos ao longo do tempo, perdas e ganhos, entre outros indicadores.
     A dimensão ambiental implica percepções e/ou verificações e, às vezes, estimativas de contaminações em geral, comprometimento de recursos hídricos, de solos, desmatamento e outros indicadores importantes no âmbito dos aspectos biofísicos.
     A dimensão cultural, por sua vez, pode ser percebida pela manifestação de regras predominantes nas relações estabelecidas entre os agricultores/agropecuaristas no seu trato diário com a terra e a criação. Regras que, na maioria das vezes, tornam-se hábitos herdados desde a mais tenra infância de seus antepassados.
     Assim, tem-se conduzido os trabalhos de análise do espaço pecuário nos municípios selecionados do Agreste de Pernambuco (Venturosa e Pedra), adotando-se essa postura conceitual e metodológica, alinhada com à percepção ambiental do sistema como um todo, procurando-se associar ao estudo do geossistema e do agroecossitema uma perspectiva sistêmica.
    
     PERSPECTIVA SISTÊMICA: Parte-se da premissa de que se deve abordar o problema a partir da idéia de sistema que, embora esteja respaldada no holismo permite trabalhar a complexidade presente no contexto pela linha metodológica do geossistema e do agroecossistema.
    
     GEOSSISTEMA: Entre vários autores que trabalham ou trabalharam o conceito de geossistema encontra-se Christofoletti (1999, p.41). Para ele o geossistema pode ser considerado como o sistema ambiental físico, concretizando-se na superfície terrestre através da topografia, dos solos e da vegetação Esses componentes do geossistema ocupam (fazem parte de grifo meu) territórios, podendo-se visualizá-los em imagens de satélites, mapas entre outros instrumentos, bem como é possível distinguir as fontes fornecedoras de energia e matéria, as quais dinamizam o sistema através das redes de circulação e fluxos.
     Trata-se de um conceito de fácil entendimento, o qual pode ser tomado como referência para o local do estudo, ou seja, um ambiente agreste onde há transições de áreas que se assemelham a paisagem de matas, enquanto que outras áreas se assemelham mais a sertão, envolvendo toda uma complexidade de clima, vegetação sistemas produtivos, sistema agrário, povoamento e história.
     Na análise do estudo tomou-se, ainda, como referência o mapa de reconhecimento de baixa e média intensidade de solos elaborado pela EMBRAPA- Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, bem como mapas do ZAPE – Zoneamento Agroecológico do Estado de Pernambuco, ambos produzidos pela mesma instituição. O ZAPE disponibiliza as Unidades Geoambientais elaboradas, principalmente, com base em conhecimentos presentes no primeiro trabalho sobre geologia, geomorfologia, vegetação caracterização, classificação, cartografia e quantificação das classes de solos e suas relações com segmentos componentes da paisagem entre outros. Essas Unidades Geoambientais (UG) subsidiaram a escolha das propriedades estudadas.
     Em cada uma das propriedades sob estudo procedeu-se a demarcação de um hectare para aplicação da metodologia adaptada de Tricart (1977) por Corrêa e Azambuja (2005), na qual são estabelecidos níveis categóricos para análises como estrutura superficial da paisagem (detectar o padrão de solos), uso do solo (qual uso predomina), vegetação (averiguar qual a vegetação pretérita ou original do lugar e qual a estabelecida hoje), e processos superficiais da paisagem (observar questões de erosão salinidade e movimento de massa). Para esses níveis existe uma classificação de equilíbrio morfodinâmico de 1 a 4 que, devidamente aplicados, fornecem elementos de análise. Quanto mais se aproxima do nível 4, mais instabilidade apresenta a área e, quanto mais próximo de 1 mais estável se apresenta. Ressaltando-se, ainda, que os dados obtidos em campo são inseridos no Programa Surfer 8.0, o qual permite a elaborar cartogramas de cada nível categórico, nos quais se baseia a análise.
     Ao mesmo tempo em que se trabalhau o geossitema, também procedeu-se a coleta de dados para análise do agroecossistema.
    
     AGROECOSSISTEMA: É entendido como “unidade de estudo” na concepção agroecológica (ALTIERI, 2004, p.18), ou seja, trata-se de uma abordagem que busca integrar os princípios inerentes a produtividade agrícola/animal como os fatores edáficos, os fatores genéticos e outros aos fatores ecológicos, sociais e culturais por exemplo. Uma outra concepção para agroecossistema é dada por Toews (1987); Lowrance et al (1984) apud Ferraz (2003, p. 28),
    
     “agroecossitemas podem ser definidos como entidades regionais manejadas com o objetivo de produzir alimentos e outros produtos agropecuários, compreendendo as plantas e animais domesticados, vegetação natural e vida silvestre. Os agroecossistemas incluem de maneira explícita o homem, tanto como produtor como consumidor, tendo portanto dimensões socioeconômicas, de saúde pública e ambientais”.
    
     Obtém-se assim, um quadro do agroecossistema de forma, também, complexa, em alguns aspectos de forma holistica, principalmente quando se tenta associar estados de bem-estar animal – criação – natureza – produção, ou seja, a interação do biótico com o abiótico em direção ao equilíbrio material/imaterial.
     Retomando-se Altieri (2004), que na sua acepção conceitual incorpora elementos das colocações anteriores sobre sustentabilidade e geossitema, explicita-se o que significa uma produção sustentável em um agroecossistema, ou seja, que essa produção tende para o equilíbrio entre plantas, solos, nutrientes, luz solar, umidade e outros componentes. O agroecossistema apresenta-se como sendo saudável e, também, produtivo, quando essas condições proporcionam crescimento rico e equilibrado, quando as plantas permanecem resilientes tolerando estresse e adversidades. E, por extensão, atingem os animais de criação que, no caso específico tratado aqui, é o gado leiteiro predominantemente; por conseguinte, uma percepção suficiente de produção sustentável pode ser percebida através da concepção de agroecossistema.
     Fica evidente, portanto, que existe uma relação intrínseca entre o animal e o solo a pastagem, o clima, resultando, por extensão, em maior ou menor produção que, no caso específico do estudo, é de leite. Que os fatores que fundamentam essa relação não podem ser analisados em separado um dos outros, pois a questão da ação, que está presente na cultura local, desses agentes é fundamental para a concepção operacional do agroecossistema. Os hábitos adquiridos com os antepassados dos atuais agropecuaristas estão presentes em seu dia a dia, influenciando, significativamente, no sistema produtivo atual.
     A linha de raciocínio desenvolvida até o momento aponta para outro autor, no âmbito da Geografia, Jean Tricart (1977), que em seu livro Ecodinâmica defendeu a importância de ao se fazer um estudo sobre a morfodinâmica de determinado lugar, se procurasse fazer também um estudo agroecológico, devido à necessidade de elementos para um planejamento adequado. Mas, só recentemente se incorporou a noção de agroecossistema e sua metodologia, através, principalmente dos escritos de Miguel Altieri, visto que o agroecossitema é a unidade básica de observação e análise no âmbito desses estudos transdisciplinares.
     Assim sendo, retoma-se o conceito de sustentabilidade para ressaltar que, embora existam várias definições, todas incluem relação com a ecologia com a economia e com o social. Segundo Camino; Muller (1993) apud Ferraz (2003, p. 22),
     a sustentabilidade ecológica implica na manutenção no tempo das caracterísiticas fundamentais do ecossistema sob uso quanto aos seus componentes e suas interações; a sustentabilidade econômica se traduz por uma rentabilidade estável no tempo; a sustentabilidade social está associada a idéia de que o manejo e a organização do sistema são compatíveis com os valores culturais e éticos do grupo envolvido e da sociedade, o que torna aceitável por essas comunidades ou organizações, dando continuidade ao sistema ao longo do tempo.
    
     Os resultados obtidos na aplicação dos formulários aos proprietários dos sítios e fazendas pesquisadas no agreste pernambucano indicaram em associação com as observações realizadas “in locu” e, confrontados com os resultados da análise conceitual do geossitema, que a sustentabilidade dessas áreas, em termos de prática, está bem aquém do que preceitua a literatura; ou ainda, pode-se afirmar que há uma distância ainda “abissal” entre o que deveria ser frente às atualizações conceituais e de aplicações de metodologias e orientações via Organizações Não Governamentais - ONGs ou de instituições oficiais responsáveis pelo desenvolvimento do campo, e a realidade encontrada nesses municípios, nos quais se desenvolve a presente pesquisa.
     Embora, usando-se analogia de termos, escolheu-se a palavra abissal para representar bem a essência do entendimento da realidade analisada, uma vez que o conceito de abissal diz respeito a grandes profundidades marítimas, significando regiões submarinas nas quais se imaginava, até pouco tempo, que não era possível haver vida pela falta, principalmente, da luz do Sol para desencadear a fotossíntese o que hoje já se sabe que não é bem assim. Com essa comparação se quer fomentar a idéia de que está faltando aporte diretivo no sentido de uma qualificação e/ ou tecnologia visando melhores condições no trato com o ambiente e a forma de produzir, gerenciamento para um bom desempenho da uma atividade produtiva primária sem, contudo, perder o foco da sustentabilidade e, respeitando, ainda, o saber inerente àqueles enquanto produtores. A necessidade de harmonizar esses interesses/ atividades deve ser uma meta a ser perseguida.
     Percebeu-se, preliminarmente nesse trabalho que, de uma maneira geral, há pouca ou nenhuma informação disseminativa das tendências de sustentabilidade que, recentemente, vem sendo posta em prática no âmbito rural e de seu desenvolvimento, especificamente. É comum ler-se que essas concepções estão permeando os textos acadêmicos por, pelo menos, duas décadas, que existem esforços e empreendimentos em níveis de organizações de crédito oficial, seja nacional ou internacional, inclusive com condicionamentos para empréstimos e/ou implantação de projetos e, sobre isso pode-se acessar Veiga (2000, p. 61), quando ele se refere a categoria dos profissionais-camaleões, cada vez mais solicitados pela capacidade de lidar com a variável ambiental e integrar equipes multidisciplinares.
     A prática exercida em campo, pelo menos nos municípios estudados, indica a manutenção de hábitos e conhecimentos adquiridos num passado muitas vezes distante, pois é comum a prevalência dos mesmos na atividade rural seguindo sem inovações tecnológicas ou mudança no rumo da atividade. Esse fato, que não é de todo condenável, faz parte de uma cultura secular extremamente arraigada. Até mesmo quando se coloca algumas alternativas de mudança, considerando que deva ser para melhor, a maioria fica alheia, pois considera um ultraje essa proposição. Um exemplo foi colocado por um dos entrevistados, que disse ter solicitado um empréstimo visando melhorias em sua propriedade, a um determinado banco, mas para que fosse liberado o crédito ele teria que fazer alguns ajustes em seu sítio; ele, então, não aceitou, alegando que “já é velho o bastante prá quem quer que seja mandar nele ou na propriedade dele”.
     Observa-se que, e a partir desse depoimento, mais uma vez a política de conduzir o meio rural pela imposição de regras, embora se reconheça que algumas possam ser necessárias, a maneira como são executadas talvez seja o gargalo de muitos fracassos, à semelhança de incursões anteriores.
     O pensamento dominante, entre os produtores, ainda é o de exploração extensiva, apesar de entenderem que devem respeitar a natureza. Mesmo frente a essa constatação, observou-se que eles sabem aproveitar os momentos de chuva, combinam o pasto natural com o plantado e a ração, parecem respeitar os mananciais de água, mas sem saber exatamente separar o certo do errado, a intuição e a experiência adquirida na prática falam mais alto, utilizam os recursos disponívieis no meio para suas necessidades sem o cuidado da reposição como acontece com árvores, cujas cascas servem para curar senão melhorar algumas doenças, por exemplo, “afinar o sangue”; então, quando precisam, as derrubam com a idéia de que tem muitas e só servem prá fazer chá. A maioria desses agropecuaristas, também, desconhece outros aproveitamentos e manejo adequado de algumas plantas a exemplo da forrageira algarobeira, muito comum na região e, relativamente bem aproveitada na época de safra de vagens e períodos de estiagens, entre as principais questões identificadas.
     Quanto ao manejo do gado, predominantemente leiteiro, verificou-se que os procedimentos executados deixam muito a desejar, com raras exceções. Apesar disso percebeu-se que não ocorre perda do gado por inanição, mesmo nos momentos de secas, em parte devido ao fornecimento de vagens de algarobeiras e palmas existentes na região com relativa abundância abundância, encontrando-se na primeira a proteína e na segunda a água essenciais à sobrevivência.
     Outro fato importante observado e percebido pelos agropecuaristas, principalmente os de pequeno porte, diz respeito a sombra produzida por algumas árvores e arbustos deixadas em meio ao pasto, favorecendo o bem estar animal e, em consequência, favorecendo também o ser humano pois o mesmo encontra um local para o descanso e proteção do Sol nas horas quentes do dia, logo acredita-se que o resultado pode ser sentido através da carne, do leite ou outro produto animal. Trata-se, portanto, de um parâmetro contido nos conceitos holísticos da agricultura/pecuária, mas que eles desconhecem do ponto de vista formal, o procedimento é intuitivo, o que de certa forma tem consistência com o conhecimento “vulgar”. Oportuno citar-se ainda que, a partir desse exemplo, salienta-se o resgate de conhecimento inerente a uma determinada população, uma determinada cultura sobre alguma atividade, ou seja, o conhecimento pautado na experiência acumulada ao longo de uma existência tem seu valor e pode ser alçado para dar corpo ao conhecimento científico.
    
    
    
    
    
     AGRADECIMENTOS
    
     Agradecimentos a Profª Drª Aldemir Dantas Barboza do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Pernambuco, pelas pertinentes observações feitas a esse trabalho.
    
     REFERÊNCIAS:
    
     ALTIERI, Miguel. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 4 ed. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2004.
    
     ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
    
     CHRISTOFOLETTI, Antonio. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo: Edgar Blücher, 1999.
    
     COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1988.
    
     CORRÊA, Antonio Carlos de Barros; AZAMBUJA, Renata Nunes. Avaliação qualitativa em micro-escala de estabilidade da paisagem em áreas sujeitas a desertificação no ambiente semi-árido do nordeste do Brasil. In: XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. Anais do XI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada. São Paulo: USP, set. 2005.
    
     BERMÚDEZ, Francisco López. Geografia física y conservación de la naturaleza. Papeles de Geografia, Univ. De Murcia – España, n. 36, p. 133 – 146, 2002.
    
     FERRAZ, José Maria Gusman. As dimensões da sustentabilidade e seus indicadores. In: MARQUES, João Fernandes; SKORUPA, Ladislau Araújo; FERRAZ, José Maria Gusman (Ed. Técnicos). Indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas. Jaguariúna - SP: Embrapa: Meio Ambiente 2003.
    
     TRICART, Jean. Ecodinâmica. Rio de Janeiro: IBGE: Diretoria Técnica: SUPREN, 1977.
    
     VEIGA, José Eli da. A face rural do desenvolvimento: natureza, território e agricultura. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2000.
    
     ZAPE – Zoneamento Agroecológico do Estado de Pernambuco. Governo do Estado de Pernambuco. Fernando Barreto Rodrigues e Silva et al. Recife: Embrapa Solos – Unidade de Execução e Pesquisa e Desenvolvimento – UEP Recife; Governo do Estado de Pernambuco (Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária), 2001. CD-ROM. – (Embrapa Solos. Documentos; n. 35) Empresa Brasileira de Pesquisa Agopecuária – EMBRAPA. CD-ROM. 2001.




Anexos:
Imagens:

             
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